Seu filho teve contato com uma criança com suspeita de sarampo, e agora? 

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O sarampo é uma doença causada por vírus, altamente contagiosa, potencialmente grave, mas que pode ser prevenida através de algo muito simples: a vacinação! 

Nos últimos meses, foi registrado um aumento significativo no número de casos de sarampo, principalmente nas regiões norte e sudeste do país, que colocaram a população e os órgãos de saúde em estado de alerta.

Frente a esse cenário, muitos pais têm procurado os serviços de saúde em busca de orientação quanto ao procedimento adequado no caso de contato recente dos seus filhos com outras crianças com quadros suspeitos de sarampo.

 

Caso você esteja passando por situação semelhante, fique atento a estas dicas do Dr. Luke: 

 

1) Verifique na carteira de vacinação do seu filho se ele já recebeu as 2 doses da vacina contra o sarampo. 

Atualmente, a vacina é oferecida, no calendário do Ministério da Saúde, aos 12 meses (vacina tríplice viral ou SCR) e aos 15 meses (vacina tetraviral ou SCR-Varicela).

 

2) Seu filho tem mais do que 12 meses de idade e não recebeu as 2 doses da vacina:

É recomendada a aplicação da vacina (SCR), preferencialmente, nas primeiras 72 horas após o contato com a criança doente. Nas situações em que a criança recebeu a vacina nos últimos 30 dias, não é necessária a revacinação. 

 

3)  Crianças entre 6 e 12 meses de idade:

Também é recomendada a vacinação nas primeiras 72 horas (vacina SCR), porém essa dose não será considerada válida para o esquema de rotina. Ou seja, a criança deverá receber novamente a vacina SCR aos 12 meses e a SCR-Varicela aos 15 meses.

 

4) Crianças com menos  que 6 meses de idade ou que possui algum comprometimento grave do sistema imunológico causado por doença ou uso de medicação:

Recomenda-se avaliação médica, visto que poderá estar indicada a administração de imunoglobulina em até 6 dias após o contato com a criança doente.

 

As crianças que já receberam as 2 doses da vacina encontram-se, na teoria,  protegidas contra o sarampo. No entanto, diante do atual cenário do surto da doença, o governo do estado de São Paulo tem orientado a “vacinação de bloqueio” mesmo para as crianças já vacinadas, buscando diminuir a transmissibilidade do vírus e combater a propagação do surto na população.

 

           Em todos os casos é recomendada a observação cuidadosa das crianças nos dias seguintes ao contato, com atenção especial aos sintomas característicos da doença, como febre, conjuntivite, tosse e congestão nasal e vermelhidão na pele. Caso algum desses sintomas seja observado, a criança deverá ser prontamente avaliada por um médico.

 

Fontes:

Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)

Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) do estado de São Paulo

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