Principais diferenças entre as vacinas disponíveis no setor público e privado

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Podemos estabelecer três principais diferenças em relação às vacinas oferecidas pelo Ministério da Saúde, através do Programa Nacional de Imunizações (PNI), e aquelas sugeridas no calendário da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIM) e da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), disponíveis em clínicas particulares:

1°) Cobertura contra diferentes tipos e subtipos de uma bactéria ou vírus

As vacinas oferecidas pelo SUS visam a cobertura contra as variedades dos microrganismos mais comumente encontradas na população. As vacinas oferecidas em clínicas particulares oferecem cobertura adicional para outras variedades, também capazes de causar doenças potencialmente graves. 

Exemplos: 

– Meningite: Meningo C (SUS) versus Meningo B e ACWY (clínicas particulares) – segundo dados recentes da Secretaria de Saúde de São Paulo, o subtipo B foi o principal responsável por casos de meningite em crianças menores do que 5 anos

– Gripe: Influenza Trivalente, que protege contra 3 subtipos do vírus da gripe (SUS) versus Influenza Tetravalente, que protege contra 4 subtipos do vírus da gripe (clínicas particulares).

2º) Faixas etárias elegíveis à vacinação

As vacinas oferecidas pelo SUS são voltadas às faixas etárias mais vulneráveis ao adoecimento, quando em contato com determinado microrganismo, ou a evolução com maior gravidade em caso de infecção. Já nas clínicas particulares, as mesmas vacinas encontram-se disponíveis para um intervalo etário mais amplo, ou seja, para qualquer criança que se beneficie da aplicação da vacina, mesmo que não faça parte do grupo de maior risco. 

Exemplos:

– Gripe: vacina oferecida apenas aos menores de 5 anos no SUS, disponível para todas as pessoas maiores do que 6 meses nas clínicas particulares.

– HPV: vacina oferecida para meninas entre 9 e 14 anos e meninos entre 11 e 14 anos no SUS, disponível para mulheres entre 9 e 45 anos e homens entre 9 e 26 anos nas clínicas particulares. 

3°) Frequência de Reações

Algumas vacinas oferecidas nas clínicas particulares oferecem a mesma proteção do que as equivalentes no SUS, porém com menor potencial de causarem eventos indesejados, como febre, dor e vermelhidão no local da aplicação. 

Exemplos:

– Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP): as clínicas particulares oferecem a vacina tríplice bacteriana acelular (DTPa), responsável por taxas significativamente menores de efeitos adversos do que a tríplice bacteriana celular (DTPw), disponível no SUS. 

Vale ressaltar que o Programa Nacional de Imunizações (PNI) é um projeto eficiente, de reconhecimento internacional, que oferece cobertura adequada para a população. No entanto, seria impossível para o governo oferecer todas as vacinas disponíveis para toda a população, não apenas por uma questão econômica, mas também por limitações dos laboratórios responsáveis pela produção das vacinas. Sendo assim, o Ministério da Saúde precisa priorizar o combate a doenças que apresentam maior impacto na população, bem como a proteção das faixas etárias mais suscetíveis. 

 

Se as vacinas da rede pública suprem as necessidades básicas da população, é mesmo necessário vacinar no particular?

 

A resposta para essa pergunta vem em forma de outro questionamento: o quanto você está disposto a investir (e não gastar) com  saúde?

 

Muitas vezes olhamos apenas para o lado financeiro, sem pensar nos benefícios que esse investimento pode agregar a longo prazo! 

 

Quando o assunto é a saúde de nossos filhos, vale a pena investir tempo e recursos para que eles cresçam e se desenvolvam da melhor forma possível. 

 

Independente da escolha que você fizer, vale sempre lembrar: não deixe de cumprir o calendário vacinal. Registre todas as vacinas do seu filho no app “Dr. Luke” e fique atento às notificações para não esquecer de nenhuma! Vacinar é um ato de amor e proteção, tanto para o seu filho, quanto para toda família!

 

Fonte:

Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM)

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